quinta-feira, 6 de junho de 2013

Resenha de janeiro - Irmandade da Adaga Negra (tema livre)



O enredo dessa obra relata, basicamente, a história da Irmandade da Adaga Negra, vampiros guerreiros que protegem os vampiros civis contra o ataque da sociedade Lesser (humanos mortos e transformados em caçadores de vampiros). A sociedade vampírica vive misturada e imperceptível aos humanos e toda a história, que até hoje conta com 11 livros publicados, começa com o vampiro Darius pedindo ao Wrath que
doe o sangue na hora da transformação de sua filha, metade vampiro e metade humano, Beth. O motivo: Wrath é o único membro sobrevivente da Primeira Família e rei dos vampiros, portanto possui o sangue mais forte capaz de ajudar a mulher a passar por sua transformação de humana para vampira completa. Após circunstâncias trágicas, Wrath se vê obrigado a tomar conta da filha de Darius e sem querer descobre na mulher uma verdeira parceira sexual.

Esse primeiro livro desencadeia os acontecimentos na trama que lança um novo sopro de vida no mito dos vampiros - não, não estou falando sobre mudanças como brilhar no sol - eles continuam não podendo ser expostos ao sol, mas, ao contrário do mito, ou se nasce vampiro, ou não. Os vampiros criados por Jessica Bird Ward são de uma espécie diferente e bebem apenas sangue do sexo oposto (em casos extremos bebem sangue de mulheres humanas, mas o sangue é insuficiente para sustentá-los) e criam vínculos extremamente fortes com as parceiras.

No meio da guerra travada contra a Sociedade Lesser, os guerreiros da Adaga Negra ainda encontram tempo para lutar contra seus fantasmas e buscar algo que cure a ferida das suas respectivas almas, e, nesse caso, um homem - vampiro macho - só é completo quando encontra sua companheira e emparelha (ou seja, casa).

O livro contém cenas de sexo, mas nada do tipo - OH MEU DEUS ... NÃO POSSO CONTINUAR LENDO ISSO. Não é recomendável a crianças, mas qualquer pessoa de 16 anos está apta a ler sem ter um ataque de pudor.